Início / CONGRESSO «Maria da Fonte e Camilo – (Re)Leituras Simbólicas de uma Revolução»
Evocando a passagem de 180 anos sobre a Revolução que Portugal viria a adotar como o seu maior símbolo da luta por Justiça e Igualdade (1846-2026), numa construção multifacetada e por vezes enigmática, que ainda hoje detém toda a simbologia da única Revolução com génese numa revolta exclusivamente feminina, mas que, talvez por isso mesmo, objeto de repetidas tentativas de (re)leituras e (re)interpretações ao longo de décadas.
Partindo do mote, a organização procura evidenciar e contextualizar a correlação que o maior romancista português aportaria à história da revolta das mulheres da Póvoa de Lanhoso no ano de 1846, e a cuja(s) figura(s) Camilo Castelo Branco dedicaria importante parte do conteúdo da edição da sua “Maria da Fonte”, publicada no ano de 1885, maximizada pelas evidentes reações e repercussões… na história, na literatura e na própria educação!
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